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As Crônicas dos Reinos Ninjas (Vl.1)

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1 As Crônicas dos Reinos Ninjas (Vl.1) em Qui 11 Jun 2015, 02:57

- As Crônicas dos Reinos Ninjas -
O menino com os olhos escarlates: Cap 1.


Era dia. Uma manhã para ser mais preciso. Um jovem menino com não mais de treze anos caminhava por vielas escurecidas sobre a penumbra da mais densa nevoa. Por mais assustador que a ideia lhe possa soar, aquilo não era mais incomum do que o canto dos pássaros pela manhã. Aquele local era de fato atípico ao que a maioria se habitua.

A vila da nevoa, onde o sol é tão raro que alguns passam toda uma vida sem poder o admirar, mas não era um problema, apesar de todo este clima exótico e penoso as vastas gerações que já vieram e se foram haviam aprendido há aprecia-la.

- É hoje meu grande dia! – exclamava em felicidade o garoto com o rosto pálido de frio e o corpo úmido com o sereno.
Era incrível. O ambiente árduo criava – ou seria “adaptava”? – habitantes ainda mais ríspidos. Mesmo nas mais adversas situações o garoto ainda cultivava um leve esboço de sorriso sobre sua face. Não era para menos, poucos puderam usufruir da oportunidade que lhe fora concedida.

Menos ainda há conquistaram. Por mais que a postura firme esbanjasse confiança aos olhos de terceiros, por dentro se encontrava numa mescla de sentimentos intensos. Duas xícaras de sono, três colheres de temor e uma jarra de ansiedade, trinta minutos de viagem até o destino e está pronto o novo aspirante da academia.
Era esta formula que definia noventa por cento dos pretendentes ao cargo de Gennin. Mas não Tatsumi. Este era diferente. O anseio poderia ser facilmente substituído por determinação. Criando então algo raro. Algo que muitos procuram durante toda uma vida mesmo assim morrem antes de encontrá-la. Coragem e determinação. Isso levaria o pobre garoto muito mais longe do que jamais sonhará.

Mas ainda é cedo para especularmos sobre o futuro, o ideal é nos forcarmos no presente fascinante em que o garoto se encontrava. Entre estas idas e vindas de devaneios Tatsumi continuava sua jornada. Passos lentos, calmos, precisos e confiantes. Era assim que se levava, um passo por vez. É assim que sempre levou à vida.

Por mais que a neblina dificultasse sua visão ainda poderia vislumbrar a silhueta ou vulto de outro ser vivo há alguns poucos metros de si. O que não aconteceu. Em todo o caminho até aqui ainda não havia cruzado com uma alma viva sequer. Não que fosse uma área deserta, muito pelo contrário, atravessou parte do centro urbano para chegar onde estava. Mas acho que realmente não havia muitos que se fizessem sair durante o alvorecer do dia. Apenas aqueles com o dever o faziam, ou aqueles que se submetiam à incansável vigília acima das grandes muralhas ou adentro da comodidade da Aldeia.

Após sete minutos não calculados o audaz menino fazia sua presença à zona afastada de Kirikagure, onde as ações desvairadas não poderiam causar nenhuma avaria pública, ou quem sabe, ninguém poderia escutar os gritos decrépitos que estavam prestes a ecoar.

Não com Tatsumi. Havia jurado para si mesmo antes de partir, - não importa o que aconteça, não voltarei para casa de mãos vazias. -. Esta frase foi diversas vezes repetida enquanto caia no sono da ultima noite.

O local era tão rústico quanto esperava. O chão era seco, rachado e sem vida. A vegetação não existia por ali, exceto por uma árvore localizada próximo ao centro da pequena arena. Caminhando quieto mas temerosamente a criança ia chegando até a árvore solitária.

Não era diferente de tudo mais que existia nesta Vila no meio do nada. Seu caule era truculento, sua casca era grossa e primitiva. Sua folhagem, bem, não existia nenhuma. Estava seca e quase sem vida. Parecia sobreviver por mero capricho do destino. Marcas, cicatrizes e feridas contavam sua história através de sua extensão. Por mas que possuísse todo este aspecto selvagem, sua sombra ainda parecia ser o local mais aconchegando do mundo no momento. Talvez Tatsumi pudesse encontrar ali seu porto seguro. Talvez ali Tatsumi pudesse finalmente ter a chance que sempre almejou, a chance de mudar seu país.


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