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No Place Like Home

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1 No Place Like Home em Qua 12 Out 2016, 21:15

No place like home

2 Re: No Place Like Home em Qui 13 Out 2016, 23:11

Descanso
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Apesar de não ser lá essas coisas, a minha casa continuava sendo meu lar doce lar. Tomei uma longa ducha para limpar-me dos problemas dos últimos dias, e também tirar um tempo para refrescar as boas memórias. Ela havia conhecido muitas pessoas naquela semana; a com qual havia mais simpatizado era uma garota de cabelos curtos e negros chamada Yui, que, por algum motivo, parecia ser familiar.

Sai do banho, vesti uma simples blusa vermelha e uma calça legging - não me dei ao trabalho de vestir algo nos pés - e sentei na sacada da casa, apreciando a Vila da Folha e toda a sua beleza enquanto saboreava uma xícara de café - minha bebida favorita, por sinal.

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3 Re: No Place Like Home em Dom 16 Out 2016, 22:34

The girl in the pastry shop with the net in her hair is making a cannoli for you to take on your hiking trip in the woods with your bros that you've known since second grade and you may encounter dragons or ruffians and be called upon to employ your testosterone in a battle for supremacy and access to females glued to the TV and when you come home she will be there waiting for you with a fire in her eyes and a big fat cannoli to shove in your mouth and that's why you
Thank God for girls
Eu não possuía um lugar pra ficar, não possuía uma moradia ou um alojamento, eu literalmente não tinha onde cair morta. Logo, eu vagava pelas ruas, dormia onde parecia ser seguro e torcia para que eu conseguisse sobreviver até o dia seguinte, definitivamente não era uma vida de princesa. Eu até possuía uma moradia tempos atrás, com a minha avó, mas eu simplesmente não aguentava mais os maus tratos que eram impostos a mim por ela. Você não sabe como é ter de acordar todo dia ao som de xingamentos e humilhações, não sabe como é apanhar simplesmente porque sua avó não tem onde descontar a raiva, não sabe o que é ser culpada todos os dias pela morte de sua mãe, mesmo sem saber o que aconteceu. Talvez seja por isso que eu seja tão desequilibrada.

Eu precisava encontrar um local para dormir naquela noite, então comecei a perambular pelos bairros do subúrbio em busca de um local que parecesse seguro o suficiente para eu tirar um cochilo. Cochilo porque quando você está na rua você nunca dorme de verdade, as condições são muito terríveis e o sol e sons nunca te permitem descansar totalmente, mas eu já estava acostumada. Qualquer lugar que parecesse ser mais ou menos escondido para eu não ser roubada, estuprada ou qualquer coisa do tipo já servia, se possuísse uma sombra ou me protegesse do vento melhor ainda.

Caminhava devagar quando avistei de longe uma figura que me parecia ser familiar. Era claramente uma menina sentada na sacada de sua casa, mas eu estava muito distante para ver o rosto dela. Me aproximei causando o minimo possível de barulho e tentando não chamar atenção. Logo consegui ver, era a Sayuri, a menina que eu havia conhecido no centro. Droga, eu não podia deixar ela me ver daquele jeito, não queria que ninguém soubesse que eu não possuía dignidade nem de ter um local para dormir. Fui até a calçada do lado que ela estava sentada e encostei em uma parede, descendo até conseguir sentar no chão. Iria ficar ali sentada até que ela voltasse pra dentro de casa.

Enquanto eu esperava, resolvi fazer uma das poucas coisas que me deixa realmente feliz. Tirei um caderninho de meu bolso e comecei a desenhar, ursinhos, gatinhos e outras coisas fofinhas faziam parte de meus desenhos. Por alguma motivo que eu não sabia explicar, aquilo me fazia um bem tremendo.
Despite all my rage I am still just a rat in a cage.

4 Re: No Place Like Home em Dom 16 Out 2016, 22:49

Você de novo?
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A escuridão tomava conta dos céus pouco a pouco, e eu já não fazia a mínima ideia de por quanto tempo eu estava sentada na sacada, fazendo absolutamente nada. A maioria dos moradores já haviam se recolhido para dentro de seus lares, exceto pelos ninjas que passavam a madrugada inteira em bares bebendo, contando histórias e cantando. Konoha era uma vila dos mais variados gostos.

Um vulto de cabelos negros se aproximando da calçada - aparentemente uma pessoa tentando não ser vista - chamou minha atenção. Deixei a xícara de café sob uma pequena mesa de madeira, vesti um par de chinelos - não fazia questão de parecer elegante, eles eram confortáveis, isso é o que importa - e dei conta de descer para a rua, tentando averiguar a situação.

Cabelos curtos e negros, caderno e lápis em mãos, tatuagem no olho; aquela cena era familiar. Tratava-se de Yui, a menina da qual eu havia conhecido a alguns dias atrás no centro. - Yui-san? - Anunciei, aproximando-me calmamente da garota. - Como vai? - Esbocei um sorriso simpático no rosto e ergui a mão direita para cumprimenta-lá. Reencontrar pessoas conhecidas certamente me causava uma sensação boa.

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5 Re: No Place Like Home em Seg 17 Out 2016, 01:54


Broken
  Catch me in the cracks between your crooked smile

Um ótimo livro atraia toda a atenção de Raven. Lembrou-se que o pegou no zênite do dia e já estava quase no fim dele, a melhor invenção dos humanos com toda a certeza foi a escrita. Quantos benefícios isso trouxe... e também tragédias. Nada mais se passava em sua mente do que as frases das páginas, o sentido que elas faziam em sua vida, como se deslizavam em sua mente, abrindo fechaduras do inimagináveis... Estava tão viciada, que conseguia ouvir vozes, sua caminhada se tornava distante, talvez até já teria ultrapassado sua casa, ouvia somente um "Yui-san" não tão distante, e quando foi reparar o que acontecia no cenário real, notou-se caindo em cima da garota que havia visto horas, dias... ou meses? não se recordava, apenas sentia-se constrangida, estava em cima dela, e outra garota a olhava. "Elas de novo..."

- Perdão. - olhou a menina chamada provavelmente de Yui. Se levantou e limpou sua roupa suja, não sabia o que estava acontecendo ali. - Tenho que prestar mais atenção no meu caminho. - Ou talvez, pessoas não devessem ficar largadas no chão...
 

6 Re: No Place Like Home em Seg 17 Out 2016, 02:10

The girl in the pastry shop with the net in her hair is making a cannoli for you to take on your hiking trip in the woods with your bros that you've known since second grade and you may encounter dragons or ruffians and be called upon to employ your testosterone in a battle for supremacy and access to females glued to the TV and when you come home she will be there waiting for you with a fire in her eyes and a big fat cannoli to shove in your mouth and that's why you
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Déjà vu, era como no centro de konoha novamente, tudo se repetindo. A menina bonita dos olhos verdes, que por sinal havia acabado de cair em cima de mim, e a Sayuri. Desta vez, entretanto, a menina infernal de cabelos vermelhos não estava, que alivio. Eu realmente sentia que aquilo não podia ser coincidência, as mesmas pessoas reunidas novamente? Aquilo podia ser o começo de algo. Ou eu podia estar divagando novamente sem motivo ao invés de prestar atenção no que estava acontecendo.

A menina dos olhos verdes caiu em cima de mim da maneira mais constrangedora possível, entretanto eu não estava constrangida. Em um primeiro momento, a única coisa que eu podia pensar era: Oh não, tudo de novo não. Mas eu até que havia gostado do ocorrido, a garota de cabelos castanhos era muito bonita. A Sayuri havia estendido o braço para me cumprimentar, mas antes que eu pudesse responder ao gesto, já estava no chão atracada com a outra garota. Bem, espero que ela entenda.

A garota se levantou e pediu perdão, era de se esperar, não são muitas pessoas que tropeçam nas outras e continuam a vida como se nada tivesse acontecido. Normalmente eu iria responder de forma grosseira, era o meu jeito, não conseguia evitar, mas desta vez eu apenas me levantei devagar, enquanto batia em minhas roupas para tirar a sujeira. Eu estava envergonhada demais pela minha situação naquele momento para tentar fazer algum comentário sarcástico ou algo do tipo. Tentei ser o menos rude possível, mas era um grande desafio pra mim

- Olha só, vocês de novo. Como vão?

Cumprimentei Sayuri, antes ela havia sido ignorada por conta do incidente, mas agora eu estava tentando ser o mais gentil possível, então tive o mínimo de educação possível e cumprimentei a menina. Virei-me para a outra garota e estendi minha mão também, parecia justo cumprimenta-la também.

- Está tudo bem, já estou começando a me acostumar com pessoas tropeçando em mim. Bem, eu não cheguei a descobrir seu nome no centro. Sou Yui, e você?


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7 Re: No Place Like Home em Seg 17 Out 2016, 21:35

Vocês de novo?
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A menina de lindos olhos verdes havia dado as caras novamente, sempre com aquele olhar de "desligada da realidade", porém, dessa vez ela estava fazendo o meu papel; tropeçar em pessoas sentados no meio da calçada. Apenas deixei escapar uma pequena risada ao observar a situação, afinal, não era nada grave, apenas uma cena cômica - e talvez constrangedora para as vítimas.

- Vou bem, obrigada por perguntar! - Anunciei, aceitando o cumprimento de Yui amigavelmente. Gastei alguns segundos analisando da cabeça aos pés a garota dos olhos verdes, de até então nome desconhecido. Cruzei os braços e repousei minhas costas na parede de uma das casas, apenas observando a situação. Talvez tudo aquilo fosse simplesmente obra do destino.

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  • Post rápido e sem sal, pois estou meio sem tempo nessa semana. Podem ir desenrolando o diálogo à vontade :3

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8 Re: No Place Like Home em Qua 19 Out 2016, 19:19


Broken
  Catch me in the cracks between your crooked smile

Uma vez, em um livro, dizia que pessoas ocasionadas pelo destino apareciam ou como benção, ou como lição. A dúvida sempre é, o que o inimigo do quarteto fantástico estará reservando para Raven dessa vez? Lidar com seres racionais, e principalmente falantes é uma dificuldade, principalmente quando você é o foco. Vontade de roer as unhas, balançar as pernas, fugir, parecer anormal, fingir ser uma pessoa comum, um membro viril da sociedade. Mas quem é assim? quão tedioso é quem é assim? Normalidade menina-corvo, normalidade. Finja, ao menos.

- Meu nome é Raven, e se não me engano, o seu é Yui. - Permaneceu ereta, sem saber como se movimentar, o que dizer, como respirar, como mexer os lábios. - E o seu é? - Olhou para a menina do cabelo azul, não recordava de seu nome, ou se ao menos soube alguma vez.

Olhou para eles, reparou em suas caracteristicas, conseguia visualizar pontos marcantes, belezas profundas além de estéticas, queria poder conhece-las, mas como? elas não fizeram questionários sobre sua vida, como a menina dos cabelos vermelhos de algum dia anterior. Pareciam também não ser alegres demais - exceto a do cabelo azul, sempre nitidamente alegre, aparentemente. Já Yui, parecia utilizar uma máscara forçada e brevemente rachada, será que junto a ela poderia encontrar junto seus cacos e faze-lo dele um semblante límpido?
 

9 Re: No Place Like Home em Qua 19 Out 2016, 20:02

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Encontros como aquele eram sempre esquisitos. Eu não era muito boa com palavras e não era boa de fazer amizades. Bem, na verdade eu não tinha nenhuma amiga ou amigo. Não havia ninguém que havia conseguido me amar ou gostar de mim pelo jeito que eu era. Nos dias de hoje, muita gente ama quem você parece ser, mas pouca gente ama quem você é de verdade. E eu era péssima em fingir sem o que eu não era, eu acho que eu era espontânea demais para conseguir fingir um sorriso ou algo assim.

O nome dela era Raven, era um nome bem diferente, mas bonito. Ela parecia estar tão nervosa quanto eu, mas com certeza ela não era tão solitária quanto eu. Não era todo mundo que era um zero a esquerda.

- Sim, é Yui....

Por mais que uma pequena voz em minha cabeça estivesse me dizendo pra sair dali correndo e nunca mais voltar, evitando criar laços como eu sempre faço, alguma coisa me dizia pra ficar e tentar falar com aquelas pessoas. Eu acho que, por mais que nós mal nos conhecessemos, pela primeira vez na minha vida eu estava me sentindo parte de um grupo, por mais que nós tenhamos nos encontrado por puro acaso do destino.

Apesar dos impulsos iniciais de fugir, eu permaneci. Eu senti que talvez não tivesse outra chance de socializar com pessoas assim com idades tão próximas da minha e com uma profissão igual a que eu possuía tão cedo assim. Eu abri a boca e comecei a ser sincera e me abrir pela primeira vez em muito tempo na minha vida:

- Veja bem, eu não conheço vocês muito bem, pra ser bem sincera é só a segunda que nós nos vemos. Mas sabe, é difícil encontrar três kunoichis com idades tão próximas quanto as nossas, e bem....

Eu comecei a tremer, eu não sabia como prosseguir, eu estava tão acostumada a vestir uma casca grossa que eu não sabia mais como fazer um simples convite ou ser gentil, o que eu estava fazendo? Porque eu estava fazendo aquilo? Aquilo claramente não ia dar certo, mas mesmo assim eu prossegui.

- ... o que vocês acham de sair pra nos conhecermos ou algo assim? Eu não tenho muita coisa pra falar mas vocês parecem ser interessantes.

Eu estava muito envergonhada. Eu queria poder voltar no tempo, não devia ter dito aquilo. Eu havia pulado muitas etapas? Merda, aquela coisa de socializar era muito difícil, eu simplesmente não conseguia. Eu queria muito chorar, meus olhos começaram a se encher de lágrimas, eu só queria sumir. Dei um passo pra trás, o escuro provavelmente iria esconder meus olhos se enchendo por pura vergonha.


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10 Re: No Place Like Home em Qua 19 Out 2016, 20:45

Vocês de novo?
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- Meu nome é Sayuri, muito prazer! - Retirei as costas da parede e me aproximei da linda garota de olhos verdes e a cumprimentei. Eu estava me sentindo uma comediante em meio à um enterro, as duas meninas pareciam estar desconfortáveis na situação, meio tímidas, eu não sabia explicar, mas certamente sabia o que estavam sentindo.

Ao ouvir as falas de Yui, não pude deixar de soltar um sorriso. - Você é a garota que tem uma tatuagem super legal no olho e eu que sou interessante? Haha! - Toquei-lhe o ombro com a mão, em um gesto de amizade. - Vamos entrar pra dentro de casa, está começando a ficar frio aqui fora. - Continuei meu caminho até a porta da minha residência, na espera de que elas me seguissem.

O meu lar não era o mais requintado possível, muito pelo contrário, não passava de um quarto pequeno com direito a cama, cozinha, sala e banheiro, nada muito grande ou espalhafatoso, mas certamente muito bem cuidado. Aproximei-me da lareira e, com um simples estalar de dedos, criei uma labareda de chamas que tomaram conta da madeira, criando um ambiente extremamente aconchegante.

Talvez eu tivesse sido rápida demais ao convidá-las para dentro da minha casa, mas, passado é passado, eu teria que lidar com aquela situação que eu mesma havia criado. - Bom, então... - Interrompi a fala por alguns instantes, talvez tomando coragem para falar. - Não acham curioso nós termos nos encontrado duas vezes seguidas? Quem sabe é o destino falando mais alto.. - Alguma coisa me dizia que aquilo poderia se tornar um círculo de amizade tão forte quanto o aço.

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11 Re: No Place Like Home em Qui 20 Out 2016, 08:45


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As coisas pareciam estar fluindo bem, tranquilamente, no entanto confuso. Pode ser um pensamento repetitivo, mas na maioria das vezes Raven permanece quieta, não consegue dar continuidade a uma conversa, apenas responde as perguntas feitas a ela, dando ao menos um andamento impróprio. Isso é um defeito que ela sempre quis que mudasse, mas não sabe quando conseguirá resolver isso.
Escutou os diálogos de Yui e Sayuri, sorria constantemente para demonstrar gentileza, ficou até levemente vermelha quando chamada de interessante. Talvez questionou-se o porque de ser interessante, não conseguia demonstrar essa característica. Incógnita? Fechada? Palavras melhores para a personalidade, vida, feições de Raven, sempre ocultado o máximo de si. Não há "coisas interessantes" para se contar. Sua vida é normal, não sofreu por incidentes humanos, no máximo seu sofrimento foi por seu abandonamento paterno, mas sua mãe a criou com uma dádiva incrível. Já sua ansiedade constante não é interessante, e sim mais um problema.

Quando notou-se, percebeu já dentro de uma casa, seus devaneios sempre a fazem viajar no tempo, manter-se em um pensamento, vivenciando-o, e quando nota-se para a realidade, se dá em conta em um novo cenário. Seu sonho infantil sempre foi ter um guarda-roupa que a leve para outra dimensão, e quando retornasse teria durado apenas segundos, um mundo utópico e maravilhoso.

- Curioso, sim. - Sentou-se em algum lugar confortável, coisa que não faltava naquele ambiente. Começou a realmente prestar atenção na conversa, para poder se adentrar, e talvez tecer algo chamado laço. - Encontros repentinos, e realmente curiosos. O destino sempre faz pessoas entrarem em vidas repentinas ao acaso. - Mas não é por acaso que elas permanecem, pensou Raven, mesmo sem dizer. Sussurrar besteiras de seus livros não iria dar um andamento interessante ali, ninguém quer saber de frases montadas, mesmo que subjetivas. - Então, vocês são ninjas, certo? - Óbvio Raven, óbvio. - O que tem feito recentemente? Eu sempre me preparo para algum evento gradativo, ou algo do tipo. - "Que diálogo tolo, robotizado, parece mais uma inteligência artificial", pensou solenemente. Porém, se permanecer apenas nas respostas, acharão você entediante.
 

12 Re: No Place Like Home em Qui 20 Out 2016, 21:02

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Apesar do meu nervosismo eu havia conseguido superar aquelas barreiras sociais. Segui as meninas até a casa de Sayuri, sendo a última da fila para enxugar minhas lágrimas discretamente, eu não queria ter reagido tão fortemente assim. Apesar de minha casca grossa na superfície e a minha dificuldade em socializar, no fundo eu só queria ser aceita e amada como todo mundo, e com aquelas pessoas, eu finalmente consegui me sentir parte de um grupo pela primeira vez na minha vida, eu não estava conseguindo reagir direito.

Logo a conversa tomou o rumo de destino, eu era bem pessimista em relação à isso. O destino nunca havia feito nada por mim, ele só havia me colocado nas piores situações possíveis e tirado de mim todos que eu amo. Se o destino realmente existia, ele me odiava e fazia de tudo para me deixar pra baixo. Entretanto, a conversa parecia estar agradável neste tema e como apenas eu achava o destino uma droga, eu fiquei quieta.

O tema logo mudou, e chegou na questão shinobi. Eu não era uma ninja muito talentosa, mas me esforçava ao máximo para tentar manter um nível aceitável. Minha vontade era de permanecer calada novamente, mas eu não queria ser excluída como eu sempre era, agora eu precisava abrir a droga da minha boca.

- Bem, eu sempre costumo treinar apenas para não ser mais fraca do que o resto. Eu nunca fui muito talentosa e também não possuo um clã ou uma herança forte. Tento compensar tudo isso me esforçando bastante.

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13 Re: No Place Like Home em Sex 21 Out 2016, 01:27

Vocês de novo?
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Raven parecia estar sempre filosofando sobre a vida, sempre meio desligada do mundo, parecendo não se preocupar tanto com o seu arredor. Ou seria essa uma forma de esconder seus defeitos? Yui, por outro lado, parecia estar se esforçando muito para permanecer ali e não correr porta afora. Eu estava fazendo algo de errado ou era apenas uma características dela? Talvez ela fosse aquele tipo de pessoa legal, porém, reclusa do mundo.

Eu gostava de falar que a vida é a nossa maior inimiga e aliada, ao mesmo tempo. Sempre nos pondo para baixo para nos reerguermos mais fortes da próxima vez. O passado não havia sido nem um pouco solidário comigo, muito menos com a minha mãe. Passar todos aqueles anos vagando sem rumo pelos desertos, florestas e cidades não havia sido uma experiência das mais gratificantes. Um passo em falso, e eu seria o oposto de hoje. Mas, eu continuava acreditando que aquele sofrimento seria recompensando em algum momento, e era isso que me permitia seguir em frente, sem desistir.

A garota de olhos verdes logo tratou de quebrar o silêncio. Apesar das minhas notas altas na Academia, eu não me considerava uma ninja habilidosa - e nem devia -, afinal, nós nunca podemos permanecer na nossa zona de conforto, caso contrário, não há progresso, e sem progresso, vem o fracasso.

- Eu estou sempre estudando e treinando, assim como todos os outros, eu acho. Já sai para algumas missões de reconhecimento e caça à bandidos fora da vila... - De repente, toda a memória daquele fatídico dia me veio à tona. Os dedos dele passeando pelo meu rosto, aquele olhar sádico, a lâmina fria da kunai deslizando até meu pescoço, o sangue, os olhos escarlates, o ódio. Eu provavelmente havia entrado em um pequeno estado de transe.

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Última edição por Sayuri em Sab 22 Out 2016, 02:04, editado 3 vez(es)

14 Re: No Place Like Home em Sex 21 Out 2016, 19:44


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Os diálogos fluíam, mas apenas como respostas. Ninguém deu uma continuidade, ninguém fez uma pergunta. Provavelmente caberia a Raven fazer alguma coisa, se não o ambiente permaneceria morto, e insociável. Isso causou um desconforto em si, ter de direcionar as coisas, sendo que, ela sempre se sentiu mais passiva, apenas manter o fluxo, dar invés de receber, liberar e não coagir - em um sentido social, claro. Sentia que a conversa poderia durar o dia inteiro, desde que alguém tomasse a posse das perguntas - talvez, esse foi o único momento que percebeu alguma característica na menina-vermelha de dias atrás, mesmo de uma maneira estranha.

Tossiu levemente, observou a lareira, cerrou os olhos e finalmente questionou - E vocês tem algum objetivo atual? - podia ser algo pessoal, ou algo que não necessário em questionar-se no cotidiano, mas se não fizesse nada, o âmbito morreria.

 

15 Re: No Place Like Home em Sab 22 Out 2016, 01:09

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A conversa estava começando a ficar travada e forçada, o que não uma grande novidade pra mim, normalmente elas ficava assim por minha causa. Apenas Raven conduzia o andamento da conversa e ela estava visivelmente incomodada com aquilo. Entretanto ela continuou levando o bastão de conduzir a conversa em frente, no mínimo admirável.

Objetivo, objetivos, objetivos. Eu queria ter um, eu queria algum motivo pelo qual viver, mas ultimamente eu estava vivendo por viver. Eu estava apenas seguindo em frente, eu não tinha um verdadeiro motivo. A vida em si parecia sem motivos, não importa o que eu faça nessa vida, depois tudo estará acabado. Sem recompensas, sem lembranças. Aquilo também me fazia pensar na quantidade de vidas que aquele emprego pedia que eu tirasse. Tratando humanos como peças, era terrível.

Olhei para Sayuri rapidamente, depois voltei a olhar para Raven. Eu apoiei meu cotovelo sobre o braço da cadeira aonde estava sentada e coloquei minha mão no rosto. Suspirei, olhei para baixo com um olhar desanimado e disse:

- Eu sei que isso chega a ser triste, mas eu realmente não tenho objetivos. Eu só não quero morrer de fome...

Enquanto olhava para o chão, pude perceber o quão aconchegante era aquela casa. Fazia muito tempo que eu não entrava em uma casa e havia esquecido o quão confortável era ter onde morar. A sua própria cama, a proteção de suas paredes, nenhuma barata ou rato passando do seu lado enquanto você tenta dormir. Eu sentia muita falta daquilo.

-....ou quem sabe conseguir pagar por um lugar onde eu possa morar.

Olhei para o rosto daquelas meninas, encarei o semblante das duas uma de cada vez. Sim, meninas. Muitas pessoas enxergariam ali apenas uma reunião de ninjas ou algo do tipo, mas eu via duas meninas ali, dois seres humanos, e eu sabia que elas eram muito mais do que apenas trabalho e treinamento. Eu estava cansada daquela conversa chata e burocrática que mais parecia uma reunião. Resolvi abrir a boca para saber mais sobre aquelas garotas

- Sabe, não acham melhor deixarmos essa coisa de ninja um pouco pra lá agora? Nós não estamos trabalhando.

Coloquei a ponta de meu dedão em minha boca e comecei a morder devagar. Era uma forma de me distrair para eu pensar em alguma pergunta, apesar de não querer mais falar sobre trabalho eu não tinha nada em mente.

- O que vocês gostam de fazer no tempo livre de vocês? Vocês têm algum hobbie? Algo que gostem de fazer?

Voltei a olhar pra baixo, encarando o assoalho da casa, uma feição mais triste havia tomado o meu rosto novamente. Mantive minha cabeça baixa e diminui a intensidade de minha voz

-....ou mesmo algum medo ou receio...

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Última edição por Panic! em Sab 22 Out 2016, 02:02, editado 1 vez(es)

16 Re: No Place Like Home em Sab 22 Out 2016, 01:51

Vocês de novo!
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Finalmente alguém ali havia se pronunciado de uma forma não robótica. Até então, aquele grupo de três meninas parecia mais uma reunião de ninjas para discutir táticas de guerra. Diálogos pré-programados, perguntas genéricas e sem graça. Uma conversa não produtiva, mais um círculo de amizade destruído antes mesmo de começar. Mais uma vez, o dia havia sido salvo por Yui, a famosa garota da tatuagem no olho.

Eu não fazia a mínima ideia de como consolar Yui - nem mesmo sabia se devia tentar -, ela aparentava ser muito sensível para com essas coisas, mas talvez tivesse uma razão. Nem todos naquele lugar eram cheios de esperança como eu, felizmente. - Eu entendo... - Suspirei por um pequeno momento. - Eu passei oito anos da minha vida sozinha, sem comida, sem um lar, apenas vagando por ai, sem rumo... - Lembrar daqueles momentos costumava doer, mas, agora parecia mais como um desabafo.

- Mas as coisas sempre melhoram, pode ter certeza! - Eu sorri, mas queria enfiar minha cabeça dentro da terra. Que droga de papo era aquele? Eu sequer tinha intimidade o suficiente com a garota. Não seria surpresa se ela resolvesse sair correndo, assustada. As constantes feições tristes de Yui me despertavam uma vontade sincera de querer ajudá-lá, ouvir seus problemas e tentar resolvê-los, mas não existia caminhos para fazer isso, não ainda.

- Eu quero fazer do mundo um lugar melhor, sem guerras, sem violência, para evitar que o que aconteceu comigo volte a se repetir. - Meu sonho utópico soava mais como um desejo bobo de uma inocente criança, porém, era algo que vinha do fundo do coração. Algo sincero, e pouco importava se aquelas pessoas iriam dar-lhe atenção ou não. Era meu sonho, não o delas.

- Eu diria que gosto de ver o tempo passar... - Abri um pequeno sorriso no rosto - Sabe? Andar por ai, olhar a luz do luar ou o pôr-do-sol... - Contemplei o teto por alguns instantes, processando todas aquelas imagens magníficas na minha cabeça. - Eu também estou sempre lendo livros. Ah! E quando eu me sinto meio desconfortável eu toco violão, ele costuma me acalmar. - Mordi os lábios por um instante, rezando para que elas não achassem meus hobbies estranhos demais, ou que ao menos tivessem alguns tão bizarros quanto.

- Medos? - Levei o dedo indicador ao queixo, refletindo por um momento. Eu nunca havia parado para pensar naquilo. Ela estava questionando sobre algum medo genérico, como aracnofobia ou coisa do tipo, ou algo mais profundo?

- Tenho medo de morrer como uma inútil, sem ter contribuído com alguma coisa. E o de vocês? - Indaguei, com o olhar fixo em cada uma das suas futuras amigas.

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17 Re: No Place Like Home em Sab 22 Out 2016, 19:46


Broken
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Egoísmo. Atitude tão odiada por Raven, e que reparou que sempre efetuou. Sempre admirou o altruísmo, sempre desejou ajudar, e apenas reparava no próprio sofrimento, enquanto outras sofriam muito mais, tinham um passado muito mais triste para enfrentar, passado que sempre entrava em atrito com o futuro. Sua história foi que apenas cresceu e viveu sem pai, sentindo eternamente como uma inútil, depressiva e com uma ansiedade estranha. Sempre se escondendo como mocinha bonita e simpática, seguindo um roteiro de perguntas prontas, como as conversas diárias com pessoas que ela sinceramente não se interessava. Vizinhas que se preocupavam de saber mais e mais sobre a vida da vizinhança, para se esbanjar da própria ceia, como sua vida é melhor. Elevar seu próprio ego. Será que Raven é a vizinha chata na vida? Como abandonar tal carma?

-Sabe? a vida é uma merda. Sobreviver está apenas para os mais fortes ou para os mais ricos, enquanto as pessoas boas apenas sofrem. Um dia, pessoas boas derrubarão as ricas e derrotarão os fortes, e o mundo sim será um lugar melhor. - "O que estou falando?" pensou rapidamente, mas olhou para Yui, ignorando mesmo se tivesse passando por algum vexame. - Olha, minha mãe administra um prédio com vários lugares vazios para se morar. É simples, é barato. Você como minha amiga - enfase - pode morar de graça lá se quiser, até que a vida lhe sorria, e o período das boas pessoas cheguem. - Chamou-a de amiga, mesmo que apenas tivessem breves diálogos, breve laços ao menos. - Somos amigas não somos? Nós três não? - Olhou para Sayuri - Tivemos passados péssimos, mas nos erguemos perante ele. Fazemos um belo time - Sorriu, se abriu de maneira intensa, soou friamente, mas se sentia libertadora.

-Tenho medo de morrer. Tenho medo da morte, quero cumprir meus objetivos, ajudar pessoas, fazer da dor algo inexistente. Mas são coisas difíceis, seguindo a lógica, eu sozinha cumprindo algo assim, viveria para sempre na tentativa de concluir, parece algo monótono, mas esse é meu medo. Não concluir meu objetivo. - Calou-se, falou de uma maneira da qual nunca tinha falado, abrindo-se como nunca, apenas esperaria as falas seguintes, se ali nasceria ou morreria uma amizade.

 

18 Re: No Place Like Home em Dom 23 Out 2016, 22:44

The girl in the pastry shop with the net in her hair is making a cannoli for you to take on your hiking trip in the woods with your bros that you've known since second grade and you may encounter dragons or ruffians and be called upon to employ your testosterone in a battle for supremacy and access to females glued to the TV and when you come home she will be there waiting for you with a fire in her eyes and a big fat cannoli to shove in your mouth and that's why you
Thank God for girls
Eu não sabia mais como reagir, eu estava extremamente emocionada, eu senti algo que eu acho que eu nunca havia sentido na minha vida inteira. Pela primeira vez na minha vida eu senti como se alguém realmente se importasse comigo, tanto Raven quanto Sayuri se preocuparam comigo e tentaram me consolar, Raven até mesmo se disponibilizou para me ajudar, eu estava emocionada. Olhei para Raven com meus olhos começando a se encher de lágrimas, eu não esperava por aquilo nem nos meus melhores sonhos.

- Você.....você faria isso por mim?

Comecei a chorar sem parar, eu normalmente não gostava de mostrar meus sentimentos, mas eu já confiava tanto naquelas pessoas que eu nem me importava mais. Levei as minhas mãos ao meu rosto e continuei chorando sem parar. Apenas o fato de que alguém se importava comigo fez com eu me sentisse como a pessoa mais feliz do mundo. Eu, Sayuri e Raven, um time? Aquilo fez com que um sorriso se formasse no meu rosto em meio a lágrimas, eu não sabia nem como reagir.

Ouvir a palavra amiga da boca da menina de olhos verdes também mexeu muito comigo. Ninguém nunca tinha se importado nem ao menos o mínimo comigo e agora eu tinha alguém para confiar? Aquilo era algo que eu jamais esperaria, mas que me deixou muito feliz. Eu acho que eu descobri meu objetivo, e havia acabo de realiza-lo. Eu só queria alguém que me fizesse bem, alguém que se importasse comigo, e agora eu tinha, eu tinha feito minhas primeiras amigas.

Levantou a cabeça e sorria em meio a todo aquele choro, as lágrimas escorriam de meu queixo para o chão mas eu não conseguia evitar. Eu dei o meu primeiro sorriso sincero em muitos anos, enxuguei um pouco de minhas lágrimas sem muito sucesso pois o choro não cessava e continuei

- É...eu acho que nós fazemos um bom time.

Despite all my rage I am still just a rat in a cage.

19 Re: No Place Like Home em Qui 27 Out 2016, 13:24

Trio
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Ver a garota da tatuagem no olho chorar de felicidade era uma sensação indescritível, como se nós estivéssemos cumprindo para com nosso papel. Sim, eu agora poida dizer "nós". É, até mesmo as aparências mais duronas tem seu lado sensível.

- Olha só, eu já estava começando a suspeitar que você era um robô, com esse seu jeito meio sério. - Soltei uma leve gargalhada, deixando claro o tom irônico na frase. Ergui o punho direito em sua direção, na esperança de que ela aceitasse o cumprimento. Estava começando ali, bem em frente aos meus olhos, uma amizade que provavelmente duraria até o fim da minha vida.

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Considerações:

  • Aparência de Sayuri
  • Desculpa pela demora excessiva para postar, estive - e ainda estou - doente nos últimos dias. Assim que eu melhorar, eu volto. Por enquanto, podem continuar o diálogo sem mim ou simplesmente fazer uma narração de finalização, não quero que fiquem presas aqui por conta minha. Beijo ;)

HP: 3100 CH: 3000 ST:300 VL: 6 m/s  MT: 5


20 Re: No Place Like Home em Sex 28 Out 2016, 18:40


Broken
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Aceitou o cumprimento, cerrou seu punho e encostou levemente no da menina, de uma maneira amigável. Poderia ficar ali, conhecendo-as o dia todo, mas viu que o horário tinha passado, e o encontro repentino acabou acontecendo muito tarde. Raven levantou-se, esticou suas roupas e iniciou uma despedida, mas não a última, apenas uma das primeiras.

- Tenho de ir para casa, está ficando tarde. - Percorreu seu olhar para Sayuri e em seguida para Yui - Nós temos de ir para casa, venha Yui, verificaremos o quarto mais aconchegante para você! - Sorriu e fechou seus olhos, mantendo um semblante alegre. - Podemos marcar um outro dia para nos reunirmos, conversarmos ou sei lá, fazer coisas que amigos fazem né? - O que realmente fazem, ela nunca soube, mas as coisas fluindo fora do roteiro é que se saem bem.

Raven esperou ser acompanhada e rolar toda aquela despedida triste, e após isso saía pela porta, acompanhada de Yui - talvez.

 





Não ler, ou ler você que sabe:

Demorei demais pra postar e essa conversa toda acabou durando demais, então eu optei por encerra-la e nós continuarmos outro dia, dando oportunidade para treinar e tal
Já, Ezreal, postarei na rua te levando ao tal apartamento lá pra dar andamento na história, pra te ajudar eu ja encurtei seu caminho, é só clicar aqui

21 Re: No Place Like Home em Dom 30 Out 2016, 16:28

The girl in the pastry shop with the net in her hair is making a cannoli for you to take on your hiking trip in the woods with your bros that you've known since second grade and you may encounter dragons or ruffians and be called upon to employ your testosterone in a battle for supremacy and access to females glued to the TV and when you come home she will be there waiting for you with a fire in her eyes and a big fat cannoli to shove in your mouth and that's why you
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Eu mal conseguia acreditar no que estava ocorrendo naquele momento, então aquilo era uma amizade verdadeira? Os meus olhos não paravam de lacrimejar nem por um segundo, mas ao invés de elas rirem de mim ou me julgarem, elas pareciam estar tentando me apoiar, eu não sabia nem ao menos como reagir. Eu estava encantada, literalmente sem palavras.

Precisava acompanhar Raven, ela finalmente iria me dar a oportunidade de morar em algum lugar decente. Longe das ruas, das baratas e do monte de lixo. Eu não sabia nem como agradecer à ela, talvez por isso eu não tenha dito nada. Cumprimentei Sayuri e acompanhei Raven. Só conseguia acenar com a cabeça e chorar, eu estava muito fora de mim para raciocinar direito.

Despite all my rage I am still just a rat in a cage.


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