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[A] Happy

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1 [A] Happy em Dom 21 Maio 2017, 05:58


[/center]
Apartamento de Youko e Mizaki
Os melhores momentos da vida do casal aconteceram dentro deste apartamento, apesar de pequeno, confortante e decorado a partir do gosto do casal. Sua decoração se opõe, há objetos escuros e outros fofinhos selecionados por Youko, assim como coisas coloridas e poster de lutas ninjas na parede por Mizuki. A maioria dos momentos aconteceram ali, assim como o final de tudo.


[Imagem meramente metafórica]

[center]
Youko - Parte 1:


[...]


Mizuke - Parte 1:


[...]




2 Re: [A] Happy em Dom 21 Maio 2017, 20:25


- Vá súdito, pegue meu almoço. - O homem que se vestia totalmente de roxo com exclusivamente uma blusa com meu rosto estampado correu em pressas em direção ao norte do palácio para pegar minha refeição. O cotidiano ali era muito fácil, todos me serviam para fazer tarefas que algum dia eu teria que fazer manualmente, e isso de certo modo me irritava. Eu sempre preferi fazer tudo sozinha, mas gritar com os outros e dar ordens era divertido. Mas toda aquela coisa pacífica e sem ter ninguém com que lutar desacostumava meu corpo, ele clamava pela adrenalina. Ou talvez, por amor.

- Imperatriz! - Um outro homem qualquer ofegante abriu a entrada principal da sala do meu trono, ele continha um símbolo de defesa imperial na testa, logo o reconheci como membro oficial da defesa do castelo. - Tentamos impedir o forasteiro, mas ele está aniquilando todos os guardas para te encontrar! - Ele se agachou nos próprios joelhos, seu olhar deixava claro que perdera amigos por causa do visitante indesejado, ninguém podia ferir meus súditos além de mim.

- Ótimo. - Sorri e me levantei, me apoiando no braço do trono, ajustando em seguida meu longo manto roxo que cobria todo o meu corpo, deixando vagamente segmentos do meu rosto expostos. - Não se preocupem, irei cuidar disso pessoalmente. - Os guardas próximos fraquejaram, não queriam deixar sua líder se ferir, assim como também não desejavam morrer.

- Mas impera.... - O guarda oficial tinha alguma coisa a dizer, até sua voz ser interrompida por sangue, muito sangue saindo de sua boca, fazendo vários outros buracos de seu corpo saírem sangue, de sua garganta, de seu peito, de sua perna. Ele posto em pé, tremendo, sua mente massivamente dolorosa, com seu corpo cheio de furos e seu sangue indo ao chão como uma cachoeira, até uma longa espada atravessar sua testa, fazendo sua cabeça separar-se de seu corpo. O assassino se revelou, mas eu mal conseguia observa-lo, era uma pessoa igual a mim, com um capuz roxo igual ao meu, uma postura igual a minha, só que eu mulher, ele homem.

- Youko... - Ele sumiu e eu então percebi uma voz próxima, atrás de mim, com longas mãos segurando meus ombros, tirando meu capuz de meu rosto. Virei-me para olha-lo, um rapaz que eu nunca vi na vida, cabelos cor-de-vinho, um rosto lindo. Algumas memórias vazias me percorreram, alguma coisa me dizia que eu já o tinha visto uma única vez na vida, mas eu não me lembrava. - Por que você me matou? - Ele disse em sereno para mim, sumindo tão rápido quanto chegou. Não soube porque, mas meu corpo desabou no chão, minha cabeça latejava e eu não conseguia mais me mexer.

Meu olho abriu, já não estava no palácio, estava no meu velho e solitário quarto, no apartamento 7 da rua. Não entendi absolutamente nada daquele sonho, mas coisas assim acontecem, são fragmentos de pensamentos que se juntam e quase nunca faz sentido, então ignorei. Mas, ainda assim, sonhos assim eram melhores do que o despertar, eles geravam mistérios, questionando a mim mesma sobre o que alvejo, o dia se limita em treinar, fazer alguns bicos para ganhar dinheiro, comer e dormir. Não há diversão, não há nada de especial. Ainda sim, infelizmente, preciso dele. Algum dia ainda irei dormir e sonhar eternamente.

Abri minha gaveta para pegar alguma blusa qualquer e encontrei cuecas masculinas, não entendi o porque daquilo estar ali, apenas agarrei elas e joguei no chão em um canto distante do quarto, peguei algumas blusas, fui ao banheiro e tomei um banho ligeiro, vestindo o que peguei e colocando meu manto. Um entendiante dia me aguardava, e eu teria meu capuz envolto do meu corpo para me acompanhar.

Detalhes:


Youko Ativa.
-Capuz Roxo cobrindo o Corpo.
-Equipamento xxxx
Vestimenta:


3 Re: [A] Happy em Qua 24 Maio 2017, 04:11


Não há fantasmas em cima das nuvens, não há um espaço para os mortos depois da dor, assim como uma saída pode não ter volta. A noite chuvosa causava um barulho repetitivo dentro do apartamento, as gotas caiam em uma frequência irritante dentro de um balde que evitava delas atingirem o assoalho. Os bares noturnos estavam fechados, os donos estavam com sua família em suas casas em frente a lareira, a mim restava apenas um fosforo aceso apenas pela sensação da quentura próxima aos meus dedos, com lembranças de perdas fraternais na cabeça. Quando era apenas eu e minha mãe, a esforçada vendedora de artes caseiras apenas para sustentar seu filho era tudo mais fácil. Mas ela tinha um estranho costume, fazia uma cópia de todas suas cartas antigas e depois colocava fogo nelas. Queria destruí-las para nunca mais recordar delas, assim como temia esquece-las. Era um impasse sem fim, então o ciclo acalmava seu coração temporariamente, mesmo que com a pena na mão, em momento de escrita, gotas de água escorriam em seus olhos, assim como a água no teto cai no balde em toda noite de chuva.

Me levantei da cama com o fósforo, completamente nu, agora beirando quase os vinte e dois anos, um rapaz que ainda não teve avanço nenhum em sua vida. Isso iria mudar, tudo começando por aquela noite. Me movi até minha gaveta, procurando minhas cuecas, até perceber que nenhum delas mais estava ali, reencontrando-as em um canto qualquer, não me recordando de quando joguei elas ali. Vesti uma, em seguida procurando alguns antigos papéis dentro de um baú que foi a única coisa que restou da minha mãe. Peguei uma carta com um símbolo que eu desconhecia. Li, com receio de nunca ter lido anteriormente, mas me mantive com expectativa alta.



"Quando você, fugindo das fronteiras do nosso país, mesmo em perigo,
correu fraca com uma criança em seu ventre, a chamamos de louca. Quando,
o único que seguia a antiga linhagem fugiu de sua terra natal, caçamos você e a ele como condenados. Mesmo sendo meu filho, não pude te ajudar,
não pela honra do grande Deus. Agora, que tudo já despenca, e somos reclusos ainda as antigas tradições e limitados a elas, morremos, com o pensamento de orgulho. Ainda te chamam de desonrada, ainda te chamam de bruxa, mas eu a vejo como corajosa. Coragem que não assumi, nem mesmo pelo amor que eu me limitava a sentir. Você e essa criança é tudo que resta de nós, ainda somos uma geração viva, mas que está destinada a morrer se persistir nos velhos costumes, nos velhos deuses. Não posso dizer que te amo, meu amor seria em vão, sou apenas um velho corsário, mas te admirar, isso sim eu posso te dizer.

Viva, sobreviva, crie. Não se limite ao pequeno e não alveje o máximo,
faça apenas o que queira."

-Alguém que não merece ser lembrado





Parei por ali, sem pegar mais nada. Com o fosforo em minha mão, o aproximei do papel, vendo a chama se expandir, tornando todas aquelas palavras falsas em cinzas. Assim que se estagnou, deixei tudo cair no chão, pisando em cima.

Peguei alguma outra coisa qualquer no baú, uma foto, sorri em falsa felicidade por um momento que eu não me recordava, meu rosto estava apagado suavemente mas ainda sim eu me reconhecia, a postura, roupas, qualquer segmento indicava ser eu, mas a garota em meus braços, esta eu não a reconhecia. Alguém que eu algum dia gostei, mas já não mais me lembrava. Será que era alguém que teria me feito sorrir e ter ficado comigo não somente nas noites frias, assim como todos os outros dias? As vezes, até das mais piores lembranças são melhores sem lembradas, são elas que nos fazem, e sem elas somos outros. Se eu me lembrasse dela, podia ser talvez um pouco melhor do que sou?

Botei uma roupa qualquer e sai noite afora.

Foto:




Detalhes:


Mizuki Ativa.
-Equipamento xxxx
Vestimenta:



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