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[Kiri-Portão] Entrando em Kirigakure no Sato!

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Mileena percebia que o portão de Kiri estava sem guardas algum, provavelmente estava envolvido com o caso do enorme portal, Mileena então segue em direção ao portal para ver do que se tratava.

Clarke conseguia ouvir o desespero dos habitantes de Kiri, gritando de um lado para outro, fugindo, se abrigando em algum lugar seguro. Clarke tinha em mente do que se tratava, mas só acreditaria quando o visse com seus próprios olhos. Clarke pousava e deixava seu dragão, então partia em busca do horror a pé

Clarke invocava seu dragão novamente ao chegar no portão de Kiri, ela estava com vontade de andar, só que, de Kiri à Suna iria demorar um bom tempo para lá chegar, então ela subia em seu dragão e decolava, em rumo a Suna

Após o monstro de caudas ser selado a mesma já não tinha mais o que investigar, estava um pouco incomodada com a aparição da Bijuu e temia que Suna estivesse em perigo, ela passava pelo portão pulando e correndo de volta a Suna, protegida com o enorme manto de origem à sua vila.






Yusuke vestia o tradicional manto da akatsuki, negro com desenhos de nuvens vermelhas, porém em seu rosto havia uma mascara cinza escura, quase negra, retorcida como uma espiral com uma única abertura no olho direito. Estava prestes a entrar na vila da névoa mais não pelo portão, e sim por cima da muralha passando então despercebido pelos ninjas de Kiri. - Ah quanto tempo kirikagure no sato...

- Status -
OFF





° Estou oculto pois não fui visto ao entrar.
° Estou usando roupas da Akatsuki e uma Mascara Cinza. Não posso ser reconhecido.
° Não é uma invasão e não pretendo lutar com ninguém.







Passou por ali do mesmo jeito que havia entrado. Por cima. Dos prédios escalou a muralha, e de lá desceu até a margem do mar. Sua canoa já o esperava la. Entrou no mesmo, colocou ambos os corpos atrás de si enquanto sentava de forma confortável. Pegou os remos e começou a usa-los, queria voltar logo.

- Status -
OFF





° Estou oculto pois não fui visto ao entrar.
° Estou usando roupas da Akatsuki e uma Mascara Cinza. Não posso ser reconhecido.
° Fui embora sem ser detectado.



HP:1200/1200  CH: 2100/2100 ST: 800/800  V: 13m/s  M: 5


     Não sabia porque diabos estava ali, àquela hora, mas simplesmente estava. Estava trajado com a vestimenta habitual dos antigos Senjus, não era algo muito comum na época atual, mas particularmente, Kojiro gostava daquelas roupas. Vestia calça de cintura alta em um tom azulado, um quimono preto e, por cima desse, um haori também preto, com o Vajra, tradicional símbolo do clã Senju estampado nas costas do haori. Era um conjunto deveras confortável, além de bonito. Estava sentado sobre o muro onde a entrada de Kirigakure no Sato encontrava-se. Percebeu uma movimentação incomum, não muito longe dele. Olhou para o lado, vendo um homem em vestimentas negras, com duas coisas, uma em cada ombro, saltando do muro na direção de um barco. - Você não é daqui, é? - Perguntou Kojiro ao aproximar-se do barco sem pressa alguma. Mantinha as mãos nos bolsos, estava despreocupado, porém, não sabia se deveria estar assim.






Guardou os "pacotes" que estavam enrolados em um tipo de pano escuro dentro do pequeno barco. Notou que uma pessoa parecia se aproximar de forma despreocupada. Por um momento pensou em agir primeiro e perguntar depois, mas algo o fez hesitar. Não queria chamar tanta atenção logo agora, já no fim da sua tarefa. se virou, olhou para o rapaz, aparentava ser um Senju, ao menos era o que dizia suas vestimentas tradicionais. O fitou por alguns segundos e então lhe dirigiu a voz. - Olá garoto. Houve algum problema? - Sua voz era fria, calma e meio rouca, mas transmitia algo sombrio em seu som. Mas seu tom era pacífico, esperava realmente não ter que se "revelar".

- Status -
OFF





° Estou oculto pois não fui visto ao entrar.
° Estou usando roupas da Akatsuki e uma Mascara Cinza. Não posso ser reconhecido.



HP:1200/1200  CH: 2100/2100 ST: 800/800  V: 13m/s  M: 5


     Aquele homem não era normal. Não por ocultar-se completamente, usando um manto negro que cobre todo o corpo e uma máscara cobrindo a única parte que o manto não dava conta. Mas sim por algo em sua voz, algo ao seu redor. Ele era aparentemente frio, por outro lado, não era intimidador, era uma sensação estranha, algo como o bom e o ruim no mesmo local. Observou as duas coisas dentro do barco, não sabia do que se tratava e também não tinha muito interesse. Mas pelo fato de ser um homem desconhecido e de aqueles objetos saírem de dentro de sua vila, era de certa forma, responsabilidade sua. - Hm, não, nenhum. - Disse enquanto desembrulhava um pirulito, colocando-o entre os dentes, tinha de alimentar seu vício. Ao menos era melhor do que cigarro ou bebidas alcoólicas. - Nenhum tirando o fato de não saber quem é você ou o que são essas coisas. - Terminou de falar, apontando para dentro do barco. Sua voz foi atrapalhada graças ao doce, deixando-a de certa forma, mais esquisita. Continuava com o mesmo ar relaxado, apesar de misterioso, aquele homem não representava ameaça, ao menos não no momento.






- Perguntas sem Respostas -


Percebeu que o garoto tinha curiosidade demais, não devia ser um aldeão qualquer. Manteria-se alerta então à qualquer movimento suspeito. Seu corpo balançava com o chacoalhar das ondas se quebrando em seu barco. Mas não se moveu. O olhou novamente em seus olhos e respondeu - Eu me chamo Yagumi Tatsumoto. Nasci e fui criado nas ilhas ao redor de Kirikagure, e é la que moro até hoje. Aos doze anos minha casa pegou fogo e queimei noventa e sete por cento do meu corpo, e esta é a razão por andar inteiramente encoberto. - Tomou uma pausa, apontou com a mão para os "pacotes" estranhos - isto são as compras mensais de  minha família. Há comida e outros itens básicos, estão enrolados para não danificar com à água do mar. Passei por cima dos muros pois realmente tenho desavenças com o porteiro da aldeia, então sim, eu sou culpado por não gostar de todo mundo. Esta é minha historia. Bom, pelo menos é a que te contei. E no final de tudo isso, você ainda não pode ter certeza de quem eu realmente sou, não tem como saber se estou ou não falando a verdade. Por isso que quem eu sou não importa. - Parou por um segundo, guardou novamente os braços dentro de seu sobretudo - voltamos para a estaca zero. Portanto eu não sou nada, eu não sou ninguém. Mas e você, quem você é garoto Senju? -

- Status -
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° Estou oculto pois não fui visto ao entrar.
° Estou usando roupas da Akatsuki e uma Mascara Cinza. Não posso ser reconhecido.



HP:1200/1200  CH: 2100/2100 ST: 800/800  V: 13m/s  M: 5


     Aparentemente, sua vestimenta e motivo de orgulho o denunciara como Senju. Mas no final das contas, estar trajado daquela maneira era intencional, honrava e orgulhava seu clã, assim como seu sobrenome. Escutou o que o homem falava, sua voz ainda mantinha o mesmo tom de equilíbrio entre bom e ruim, era algo realmente anormal. Enquanto ele falava, Kojiro saboreava sua guloseima, era o último deles que tinha no bolso, se quisesse mais, deveria voltar para casa e pegar. E é claro que não iria fazer isso. - Seria estranho se eu não acreditasse em uma palavra sua? - Retrucou com uma pergunta, enquanto retirava o doce da boca, o pirulito havia reduzido o tamanho para a metade. Esboçou uma careta e colocou-o entre os dentes outra vez. - Discordo, não voltamos a estaca zero. A questão é que nós apenas não saímos dela. - Respondeu a uma das falas do misterioso homem. Estava cansado de ficar parado, deu três passos lentos para a esquerda, ficando um pouco mais próximo do barco daquele sujeito. Não estava tramando nada, nem tentaria fazer algo, estava desarmado, não tinha nem mesmo a bandana de Kiri. Podia-se dizer que estava "à paisana". É claro, se ele fosse um dos guardas da vila, coisa que ele não era. - Acredito que já sabe tudo o que deva saber sobre mim. Sou um membro do clã Senju e me orgulho disso. Apesar de tudo, lhe confiarei informações adicionais. Meu nome é Kojiro, faça o que quiser com essa descoberta. - Brincou ao terminar de falar. Não via problemas em dizer seu nome, o que realmente importa no mundo ninja é o sobrenome, e o de Kojiro estava totalmente exposto. Enfiou as mãos dentro dos bolsos, assim como o mascarado fizera, um sinal de que não procurava confusão, apenas explicação. Não havia alterado seu ar relaxado, mantinha-o daquela forma. Seu semblante esboçava um leve sorriso. Aquele "jogo" de segredos era divertido.






- Ninguém -


Senju Kojiro. Uma pessoa realmente intrigante e peculiar. Não possuía nenhum pudor em dizer seu nome, parecia não se importar e ter muito orgulho de seu clã. Talvez, tudo isso fosse reflexo de toda sua confiança. Não era para menos. Podia sentir algo realmente grande dentro de dele. Algo monstruoso. Mas por fora ele parecia calmo e pacifico. Era prazerosa sua conversa - Me diga...Senju Kojiro... Ouvi boatos de que seu Kage anda meio ausente. Isto é verdade? - Fez outra pausa, olhou para os céus buscando a lua - Você é uma pessoa interessante. Mais me diga, o que você busca neste mundo? -


- Status -
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° Estou oculto pois não fui visto ao entrar.
° Estou usando roupas da Akatsuki e uma Mascara Cinza. Não posso ser reconhecido.



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     Ausente? O Mizukage por um acaso realmente existe? Kojiro havia visto o homem uma única vez e depois, nunca mais. E essa vez, foi justamente no ataque de Sanbi, ele era um homem forte, mas do que adianta a força se não possui a presença? Kojiro riu em meio a seus devaneios, só então lembrou-se que estava mantendo um diálogo com um homem que não conhecia e nem tinha a menor ideia de quem era. Havia vacilado por um momento, mas retornara a si. - O Mizukage? Me disseram que ele se trata apenas de uma lenda para afastar os inimigos. Você já viu ele? Sabe como ele é? - Brincou, retirando o pirulito, graças à quantia de saliva acumulada em sua boca. - Creio que seja clichê, não é mesmo? Eu busco poder e estou no meu caminho para isso. Mas não é isso o que todos dizem? Quero ser mais forte... Quero superar os mais fortes... Todos dizem a mesma coisa, um sonho impossível. Eu não tenho uma meta distante, que eu não possa alcançar. Todos os meus objetivos estão ao alcançe da minha mão, basta que eu estique o braço o máximo que puder. - Comentou retornando o pirulito para dentro da boca, enquanto observava a palma de sua mão direita aberta, em frente ao rosto. Não havia dito nada além da mais pura verdade. Esboçou um sorriso no canto da boca, enfiando as mãos outra vez dentro dos bolsos. - E você? Tatsumoto, certo? Encontrou o que busca? - Perguntou, claramente referindo-se outra vez aos pacotes no barco, porém, sem apontar ou qualquer outro tipo de referência, sua indagação bastava. Os pacotes eram grandes o suficiente para esconder um corpo jovem em cada.






- Ninguém -


Kojiro era realmente alguém diferente de todos que já havia conhecido. Alguém realmente interessante. Continuava a dialogar desta forma com alguém que nem sequer conhecia. O admirava por isso. O homem misterioso voltou à dizer algo em tom baixo sobre o Kage de Kiri, quase que para si mesmo, mais Kojiro ainda ouviria se prestasse atenção - Então aquele garoto continua o mesmo...Ausente. - Voltou à se concentrar no seu novo "amigo". Ele tinha sede de poder. Gostava disso. - Bom, digamos que eu esteja procurando algo mais..."fresco" e "vivo". Mais não posso reclamar, acho estou mais perto do que pensava do que procuro. - Colocou a mão sobre sua máscara mas não há retirou, apenas deu uma leve ajeitada, ainda não estava completamente acostumado com aquilo. - Você é muito apegado há essa vila da névoa garoto? E há sua vida? - Não era um tom ameaçador, pelo contrário, continuava calmo e mantinha uma curiosidade particular com aquele individuo - Quero dizer, o quão longe você esta disposto a ir pelos seus objetivos? -


- Status -
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° Estou oculto pois não fui visto ao entrar.
° Estou usando roupas da Akatsuki e uma Mascara Cinza. Não posso ser reconhecido.



HP:1200/1200  CH: 2100/2100 ST: 800/800  V: 13m/s  M: 5


     Aquele garoto continua o mesmo? Aquele homem devia ser algum conhecido do Mizukage, mas isso, assim como a maioria das coisas, não lhe interessava. As relações que o kage de sua vila mantinha com estranhos não lhe dizia respeito algum. Aguardou atenciosamente, escutando a cada palavra dita pelo mascarado, enquanto saboreava os últimos segundos de vida de seu pirulito. Finalmente havia acabado, o doce não existia mais, apenas o palito de plástico vazio, que ainda segurava entre os dentes, em uma fraca mordida. Algo fresco e vivo, esse diálogo estava cada vez mais interessante. Pelo que o rapaz pôde compreender, ele procurava por alguém. Teria ele entendido de forma correta? - Kirigakure no Sato? É um lugar agradável, gosto do ar misterioso que esse lugar possui, devido a todo esse nevoeiro. Também gosto das histórias sobre o passado. Já ouviu falar sobre a antiga vila oculta da névoa sangrenta? Ou então sobre os sete espadachins, os assassinos silenciosos? - Indagou despreocupado, quando falava sobre algo que conhecia, sendo de seu agrado ou não, gostava de expandir o bate-papo. - Minha vida pertence apenas a mim. Estou disposto a ir até onde seja cabível, não tenho a intenção de me mutilar por um sonho infantil e impossível. Minha estrada acaba onde o impossível começa, e é por isso que ela nunca chega até esse ponto. Tudo o que procuro, alcanço, tudo o que desejo, obtenho. Não me subordinaria para obter algo, não me rebaixaria a nenhum nível inferior, sei o que posso e o que consigo, reconheço o meu lugar. - Terminou de falar, era praticamente uma filosofia particular. Kojiro era realista, seus objetivos eram sólidos, nada de fantasia. Observou o homem ajeitar a máscara e então esboçou um sorriso debochado. - Brinquedo novo? Pelo visto sua estrada começou não faz muito tempo, estou certo? - Indagou com um ar irônico, porém amigável, não era nenhum tipo de confronto. Ao dizer brinquedo, claramente referia-se à máscara do sujeito. Retirou o palito de sua boca e soltou-o no chão, de forma descontraída, levando novamente ambas as mãos para dentro dos bolsos. Mantinha o mesmo ar relaxado, dessa vez, com um pequeno riso no canto de sua boca, aquele ser despertou seu interesse de uma forma única.






- The Special One -


Aquele garoto o impressionava cade vez mais. Ele tinha planos e sonhos sólidos, mas não parecia disposto a superar o impossível para atingi-los, mas bem, nem sempre esta escolha é uma "opção". Kojiro parecia ter grande conhecimento sobre o passado da Névoa e suas lendas. O homem misterioso também apreciava historia. Gostava de conhecer o passado, mas acima de tudo, gostava de construí-la com suas próprias mãos. - Sim, eu aprecio o passado desta vila. Sempre buscou o poder mesmo por métodos sangrentos, talvez sangrentos demais. Quanto aos Lendários Espadachins, eles eram realmente incríveis em seu tempo. Bom, mas eu sou suspeito em falar sobre eles, digamos que possuímos coisas em comum. Esta vila é um pouco vazia, mais eu gosto do clima misterioso que esta névoa oferece. E além de tudo, eu estou começando a apreciar as pessoas daqui. Pessoas interessantes como você, Kojiro.
Deu um passo para trás e sentou sobre a borda do Barco. Levou à mão ao rosto e encontrou uma posição mais comoda para aquela conversa - Para mim não existe esse algo "impossível". Tudo o que eu vejo é a realidade e tudo o que eu sonho eu transformo em realidade. É assim que eu vivo. Mas você tem um bom ponto de vista, um bom principio. Continue assim Kojiro, não se rebaixe para nada, você tem um futuro promissor o aguardando. Voltou à ajeitar a mascara em sua face - Bem, este é um mal necessário - Dizia se referindo à mascara - Você tem planos com esta vila? Ou só à esta usando para impulsionar a si próprio? Ah e a propósito, você não esta meio longe de casa para um Senju?

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° Estou oculto pois não fui visto ao entrar.
° Estou usando roupas da Akatsuki e uma Mascara Cinza. Não posso ser reconhecido.



HP:1200/1200  CH: 2100/2100 ST: 800/800  V: 13m/s  M: 5


     O mascarado parecia ter conhecimento o suficiente para ser chamado de uma pessoa experiente, uma pessoa "vivida", como dizem por aí. Havia chamado o mizukage de garoto e sabia sobre o passado da vila, apesar de não ser segredo para ninguém, Kirigakure já foi conhecida como vila da névoa sangrenta, devido a seus meios não tão ortodoxos de conseguir o que queria e de evoluir. Apesar de tudo, isso não era uma vergonha, isso demonstrava força e impiedade, características comuns presentes nos shinobis daquela aldeia. Os ideais daquele homem pareciam despertar o interesse de Kojiro. Transformar sonhos em realidade? Ele tinha tamanho poder? Interessante, pensava o rapaz, superar o impossível era algo que nunca passara por sua cabeça, para ele, era uma tentativa em vão, simples perca de tempo. E tempo é algo precioso. Por trás do Kojiro sonolento, que ama dormir, existia o Kojiro estratégico, aquele que calculava todos seus afazeres e os organizava, o mesmo que cuidava das tarefas do seu dia-a-dia, esse, que cuida do tempo gasto e utilizado. Seu sorriso apenas aumentara quando o homem disse algo a respeito da máscara, pelo visto, acertara quando perguntou sobre a jornada dele ter começado pouco tempo atrás. - Digamos que meus pais não se interessavam tanto por Konoha, não sei o motivo, mas não reclamo, creio que, mesmo que conhecesse Konoha, iria optar por viver em Kiri. Apenas um palpite. - Respondeu sinceramente. Aquela vila o cativou de forma única. - Eu, Kirigakure no Sato e os sete espadachins da névoa, temos uma relação ainda não estabelecida. É apenas questão de tempo. Como já lhe disse, meus objetivos são reais e alcançáveis. - Respondeu novamente, de forma que dissesse seus planos, mas ao mesmo tempo, deixasse-os nas entrelinhas. Retirou as mãos de dentro dos bolsos, levando-as até a nuca, com os dedos entrelaçados e os braços dobrados acima dos ombros, como um apoio. Direcionou seu olhar para o céu, era impossível vê-lo ali, enxergava apenas névoa. - Eu despertei seu interesse? Juro que não foi a intenção. - Proferiu em um tom irônico, ainda olhando para o alto. - Sejamos honestos... São corpos ensacados o que esconde ai atrás? - Disse de forma calma e objetiva, odiava rodeios em diálogos. Seu olhar agora estava fixado no único orifício na máscara misteriosa. Era um olho comum, nada de interessante havia ali. - Você disse ter algo em comum com os espadachins, já foi um deles? - Ainda mantinha as mãos atrás da nuca, continuava com o olhar fixo no "olho" da máscara. Seu meio sorriso ainda se fazia presente.






- Uma encomenda atrasada -


Já não era segredo, mais gostava do jeito que o Ninja de Kiri agia e pensava. Ele era simpático, mas era inteligente e direto. Parecia que o mesmo não tinha tido escolha sobre seu local de nascimento, mas do mesmo jeito parecia que optaria pela mesma opção. A vila da névoa realmente tinha algumas coisas interessantes à oferecer. - Sim, mas acho que você deveria prestar uma visita à suas origens algum dia. Pode ser algo interessante. - Voltou a olhar para os lados, no fundo parecia estar esperando por algo que já deveria ter chegado. Mas agora não lhe incomodava realmente, Kojiro estava se mostrando alguém prazeroso para jogar um tempo fora. Mas para falar a verdade, aquilo lhe estava sendo muito interessante.
Conseguiu perceber as intenções do garoto, quase como se pudesse visualizar seu futuro. Mas de fato ele podia, aquele Homem Misterioso tinha uma certa capacidade de enxergar além de seu tempo, e costumeiramente acertava em suas previsões.
Veio a pergunta que não queria calar, era realmente inevitável. Mas não era para surpresa de ninguém o que tinha ali. - Sendo franco, é sim. Mas não entendi sua pergunta. Ambos sabemos que você já sabia isso desde o inicio. - Um silêncio se fez por um momento, mas nada mudou. - - Infelizmente eu não tive a honra de me tornar Espadachim Lendário. Mas compartilho uma ligação em comum com um deles.
Continuou se mantendo sentado sobre o barco. - Não se preocupe com estes "pacotes", não é nada em especial. Apenas é algo, que digamos, me pertence. -


- Status -
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° Estou oculto pois não fui visto ao entrar.
° Estou usando roupas da Akatsuki e uma Mascara Cinza. Não posso ser reconhecido.



HP:1200/1200  CH: 2100/2100 ST: 800/800  V: 13m/s  M: 5


     Aquilo não deixava de ser verdade. Ou melhor, era uma meia verdade. Kojiro realmente já sabia que aquelas coisas se tratavam de corpos, por dois motivos em particular. Um é o tamanho e formato, o outro, é o mal odor, por mais que leve, perceptível. Devia se tratar de cadáveres. Seria um deles o da garota que estava presente em seu teste chunnin e suicidara-se? Não tinha a menor noção e não fazia a mínima questão de descobrir. Esperou que o homem terminasse suas falas, ele agia de uma forma peculiarmente preocupada. Estaria esperando por algo, ou alguém, provavelmente. - É verdade, pode-se dizer que eu já sabia. Mas tenho mania de gostar das coisas o mais esclarecido possível. - Respondeu em um tom novamente relaxado. Não iria fazer absolutamente nada a respeito daqueles corpos. Até porque, sentia que não era páreo para aquele homem. Se Kojiro representasse algum tipo de ameaça para ele, não estariam tendo essa demorada conversa. - Você disse que procurava por algo fresco, se bem me lembro... Defuntos não são tão frescos assim. - Completou, ironicamente. Retirou as mãos que serviam de apoio para sua cabeça, virando-se de costas para o mascarado, consequentemente, de frente para o muro de Kiri. - Sair desse lugar? Só se eu tivesse um bom motivo. - Disse, outra vez, com uma certa ironia e um grande sorriso ao virar-se novamente de frente para o homem. Ele já estava enjoado daquela vila, ainda mais por ser tão solitária como ela é. - Me preocupar? Furtos não estão sob minha jurisdição, pode leva-los. - Debochou outra vez. Andou por um curto momento, indo até a margem da água, onde o barco do homem estava. Encontrava-se mais próximo dele do que nunca. Seus olhos fitavam o horizonte, a extensão aparentemente infinita daquele belíssimo mar. - Pelo que entendi, você é de Konoha. O que faz tão longe de casa? Claro, além de roubar corpos. - Retrucou na mesma moeda. Se o sujeito dizia para Kojiro "retornar para sua casa", o rapaz o indagava o porque de ter saído de sua casa. Claro, com sua tradicional ironia. Não moveu seu olhar, continuou a observar toda a extensão da água, as ondas e marolas, as gaivotas sobrevoando, na tentativa de achar seu alimento. Não se preocupou com o que o homem misterioso pudesse fazer, afinal, se fosse fazer algo, já o teria feito.


Explosion

HP: 1000 Chakra: 1220 Stamina: 670 Velocidade: 11m/s Mente: 6
Modake aproximava-se com o barco à costa da ilha onde localizava-se Kiri. Iam remando em silêncio, a partir da aproximação de Kirigakure. O ritmo das remadas abaixava com a aproximação do barco à ilha, até o momento onde já estavam em Kirigakure. Modake amarrou o barco à costa da ilha, e pediu para que o clone ficasse por ali, fiscalizando e atento a qualquer movimento. O Uchiha, ainda com o seu disfarce, desceu do barco e andou vagarosamente até o porto. Ele havia estacionado seu bote à uma distancia razoável do porto, então deveria andar para chegar ao mesmo. Com a aproximação, Modake notou a presença de dois seres por ali. Um situava-se sentado sobre o barco, com dois sacos dentro do mesmo. Seria aquele ali um dos pacotes a serem pegos? A familiaridade que sentia ao olhar para o ninja de capa preta com símbolos vermelhos era a resposta. O outro ninja, por um segundo, tirou a atenção do garoto Uchiha. O ninja utilizava uma vestimenta característica do clã Senju, o que era reforçado com o símbolo do clã em questão em suas costas. A rivalidade entre os Uchiha e Senju eram enormes, e fora aquele ódio árduo que desviou Modake de seu rumo, por um instante. O membro do clã Senju estava de costas, por isso não iria notar a presença do Uchiha no local, então Modake desfez o seu Henge. Aguardava até o momento que seria notado pelo outro ninja, e então poder pegar o pacote e levar o mesmo até Konoha. Modake estava completamente focado no menino Senju, e então ativou seu Sharingan, para que pudesse ver os movimentos com uma certa antecedência. O que ajudaria caso o Senju chegasse a virar para trás.


-Jutsus Utilizados:

Sharingan Nível 1
Usuário: Clã Uchiha
Rank: C
Nota: Uchiha Sasuke inicialmente possuia somente um olho com o Sharingan Nível 1
Jutsus que se Executa: Sharingan Soufuusha Sannotachi, Fuuin no Copy
Descrição: Esse é o nível primário que possibilita apenas uma pré-visão de movimentos parcial e a cópia de movimentos simples. Não pode desvendar Jutsus por completo, pois não possui a visão do fluxo de Chakra desenvolvida ainda, isso impossibilita a copia de Jutsus de qualquer tipo, porém, mesmo assim o Sharingan pode perceber e antecipar os movimentos do adversário podendo perceber em parte como será a movimentação do adversário. O Sharingan tem duas partes essenciais: o Olho Perfurador que copia os movimentos do adversário sendo eles Genjutsus, Ninjutsus ou Taijutsus; e o Olho Hipnótico que infiltra-se na mente do adversário fazendo com que esse duvide de sua própria capacidade.



-Arma Lendária:

Kusanagi (Sasuke)
Rank: S
Aparição: Episódio 01 - Naruto Shippuden
Descrição: É a espada usada por Sasuke na saga Shippuuden. Possui uma lâmina muito afiada cujo o poder pode ser aumentado pela manipulação material do Trovão, chegando ao ponto de conseguir cortar através de uma Kunai como se esta fosse papel.
Requesitos de Uso: -
Habilidades: Permite o ninja usar seu elemento de chakra através da lâmina dela, aumentando ainda mais sua força, perfuração e corte.



- Armas Tradicionais:
Kunais: 48
Shurikens: 24
Fuuma Shurikens: 30
Senbons: 35
Tarjas Explosivas: 25
Bombas de Fumaça: 10
Bombas de Luz: 10
Fios de Aço: 100 m



-Movimentos realizados em minha velocidade máxima. Sharingan mais 1m/s. Velocidade atual: 12 m/s

Modake veste uma armadura vermelha com numerosas placas de metal, formando resguardos de proteção ao longo de seu peito, cintura, ombros e coxas, uma camisa preta com uma gola alta deixada entreaberta e o símbolo do clã em suas costas, com calças cinzas e ataduras em torno de suas canelas. Utiliza um par de luvas pretas.
Modake @ Naruto Player RPG - By Soph






- Hora de ir -


Kojiro por mais interessado e fiel que fosse à sua vila, parecia estar aberto a deixa-la por "bons motivos". Era isso que o homem misterioso esperava ouvir. O ninja de Kiri se aproximou um pouco mais, e neste exato momento outro garoto entrava em cena. Um ninja aparentemente com as vestimentas da Vila da Névoa se aproxima sorrateiramente e se escondia em algum lugar atrás do Senju. Por mais que tentasse disfarçar, sabia quem ele era. Se tratava do entregador que tanto esperava, um "espião" de Konoha. Estava chegando à hora de agir. - Não me entenda mal. Eu não existo, eu não sou ninguém. Por isso não sou de nenhuma vila ou algo do tipo, sou apenas um fantasma que ainda vaga por este mundo. - Se pôs de pé estando apenas alguns meros metros de Kojiro. Olhou fixo e serio em seus olhos. - Você é interessante Senju Kojiro, muito interessante. Mas não sei se já esta pronto, você ainda tem pendências nesta aldeia. Quando você estiver pronto para cortar seus laços com esta vila, vá até Konoha e procure por um "fantasma". Houve mais uma pausa de alguns segundos, talvez estivesse dando tempo para o garoto processar o que lhe havia sido dito. Mas logo ergueu seu punho, não como um movimento de ataque, mais sim como algo suave e gentil. Lhe apontou o dedo indicador e fez com que o garoto da névoa caísse sobre um poderosos Genjutsu. - Até nosso próximo encontro garoto, acho que será mais breve do que pensa... - Se fez ouvir mais algumas palavras antes que o mesmo perdesse a consciência.
Apareceu de repente atrás de Kojiro, era tão rápido que quase se assemelhava há um teleporte. O nocauteou de leve atingindo um ponto em sua nuca, não o feriu, apenas o fez desmaiar. Ele caiu, mas não atingiu o chão. Foi segurado pelo homem misterioso que o carregou consigo junto de mais um dos cadáveres. Caminhou até fora da margem, deixando Kojiro deitado onde havia um banco de pedra e mármore. - você fica aqui. -
Voltou sua atenção agora para o ninja de Konoha. Andou até o mesmo caminhando suavemente e arremessou o corpo que estava sobre seus ombros para que ele pegasse. - Tome. Leve isto para Konoha e diga ao seu Kage que ele esta me devendo uma. Agorá vá. - Continuou ali parado de pé esperando até que o ninja da vila da folha deixa-se o local. Refez seu caminho até o barco, sem nenhuma pressa, e então partiu de Kirikagure levando consigo o segundo cadáver. - .............. -

- Status -
HP: 2700/2700
Chakra: 9499/9999
Stamina: 2000/2000
Velocidade: 38 m/s
Mente: 30 Pts





° Estou oculto pois não fui visto ao entrar.
° Estou usando roupas da Akatsuki e uma Mascara Cinza. Não posso ser reconhecido.
° Usei o Kanashibari para manter Kojiro paralisado pelo olhar. Em seguida tomei sua consciência (visões descritas nas descrições de Jutsus) e depois fui as suas costas e te desmaiei. Coloquei você dormindo sobre um banco na praça. Like Bruno e Marrone.
° Entreguei um dos corpos ao Modake e fui embora com o outro.



Jutsus Utilizado:


Yubi no Genjutsu
(Técnica Ilusória do Dedo Indicador)
Quem Usa: Uchiha Itachi
Rank: A
Nota: Essa técnica não é um doujutsu, por tanto não necessita contato visual.
Nota²:
Uchiha Itachi desenvolveu esta técnica para combater aqueles que tinham
ou conheciam o Sharingan e não olhavam diretamente em seus olhos e
também usava esse genjutsu contra os próprios Uchihas, pois , nem mesmo
eles, podem desfazer-lo .
Descrição: Uchiha Itachi
com apenas um lance de seu dedo pode criar um Genjutsu, literalmente
Uchiha Itachi é capaz de prender ninjas em genjutsu apenas apontando o
seu dedo para eles. Nesse Genjutsu Uchiha Itachi pode controlar as
imagens que seu inimigo pode ver, podendo assim projetar seus piores
medos, que por conseqüência faz com que esse fique abalado
psicológicamente. Com isso Uchiha Itachi possui tempo para preparar um
contra-ataque. Através de seu dedo, Itachi também pode executar diversos
outros genjutsu ativos como o Shinu no Genjutsu, Kuchiyose - Karasu,
dentre outras.
Visão:

Não foi algo ruim. Não te mostrei seus medos, e sim apenas te fiz rever inúmeras vezes a conversa de hoje, porém toda fragmentada e confusa, como um sonho. Também misturei propositalmente alguns flashbacks sobre a Akatsuki e Konoha, algo que poderá ser útil no futuro. Algumas frases se repetiam constantemente durante seus sonhos como sussurros "...venha até mim Kojiro..." e "...vá além do possível, vá além da sua Realidade..."(lavagem cerebral huehue). Você acordará no banco, e depois desta miragem achará que tudo foi um sonho. Embora ainda vai recordar claramente de tudo o que aconteceu, mais terá duvidas se foi real ou não.



Kanashibari no Genjutsu
(Técnica Ilusória da Paralisia Corporal Temporária)
Quem Usa: Senju Tsunade e Kabuto (apenas nos games)
Rank: D
Descrição: Uma variante do Kanashibari no Jutsu, só que não utiliza agulhas e é um
Genjutsu, o inimigo olha nos olhos do usuário e então fica paralizado  por algum tempo, o suficiente para o usuário fugir ou atacar. Tsunade usou esse jutsu contra os lendários irmãos idiotas. Esse genjutsu pode ser usado contra mais de um inimigo ao mesmo tempo, pois Tsunade paralisou os dois irmãos com o jutsu.


Explosion

HP: 1000 Chakra: 1330 Stamina: 670 Velocidade: 11m/s Mente: 6
Modake estava ali somente para cumprir ordens. As falas do ninja mascarado eram muito específicas. Ele se referia ao Hokage de Konoha, então era a esse que Modake deveria dizer aquela frase. Já estava perdendo tempo de mais ali. Carregou o pacote até o barco e então adentrou o mesmo. Desamarrou o mesmo da costa da ilha em que situa-se Kiri e então começou a remar o bote, juntamente do clone, que auxiliava Modake. Conteve-se em olhar o que estava dentro o pacote, sua curiosidade não iria acabar com a missão, esta que já estava quase no fim.


-Jutsus Utilizados:

Sharingan Nível 1
Usuário: Clã Uchiha
Rank: C
Nota: Uchiha Sasuke inicialmente possuia somente um olho com o Sharingan Nível 1
Jutsus que se Executa: Sharingan Soufuusha Sannotachi, Fuuin no Copy
Descrição: Esse é o nível primário que possibilita apenas uma pré-visão de movimentos parcial e a cópia de movimentos simples. Não pode desvendar Jutsus por completo, pois não possui a visão do fluxo de Chakra desenvolvida ainda, isso impossibilita a copia de Jutsus de qualquer tipo, porém, mesmo assim o Sharingan pode perceber e antecipar os movimentos do adversário podendo perceber em parte como será a movimentação do adversário. O Sharingan tem duas partes essenciais: o Olho Perfurador que copia os movimentos do adversário sendo eles Genjutsus, Ninjutsus ou Taijutsus; e o Olho Hipnótico que infiltra-se na mente do adversário fazendo com que esse duvide de sua própria capacidade.



-Arma Lendária:

Kusanagi (Sasuke)
Rank: S
Aparição: Episódio 01 - Naruto Shippuden
Descrição: É a espada usada por Sasuke na saga Shippuuden. Possui uma lâmina muito afiada cujo o poder pode ser aumentado pela manipulação material do Trovão, chegando ao ponto de conseguir cortar através de uma Kunai como se esta fosse papel.
Requesitos de Uso: -
Habilidades: Permite o ninja usar seu elemento de chakra através da lâmina dela, aumentando ainda mais sua força, perfuração e corte.



- Armas Tradicionais:
Kunais: 48
Shurikens: 24
Fuuma Shurikens: 30
Senbons: 35
Tarjas Explosivas: 25
Bombas de Fumaça: 10
Bombas de Luz: 10
Fios de Aço: 100 m



-Movimentos realizados em minha velocidade máxima. Velocidade atual: 12 m/s

Modake veste uma armadura vermelha com numerosas placas de metal, formando resguardos de proteção ao longo de seu peito, cintura, ombros e coxas, uma camisa preta com uma gola alta deixada entreaberta e o símbolo do clã em suas costas, com calças cinzas e ataduras em torno de suas canelas. Utiliza um par de luvas pretas.
Modake @ Naruto Player RPG - By Soph


HP:1200/1200  CH: 2100/2100 ST: 800/800  V: 13m/s  M: 5


     Ele se auto nominava um fantasma, teria algum motivo em específico para isso? O que o sujeito por trás da máscara dizia era um tanto quanto confuso, porém compreensível. Ele não queria ser ninguém, ele tinha de ser ninguém. O fato de usar uma máscara, significa manter uma segunda personalidade, uma segunda vida. O rapaz percebera sim uma aproximação, era acostumado a ouvir embarcações grandes e pequenas chegando em Kiri a todo instante, nenhuma passaria despercebido, porém, por outro lado, não fez nem questão de virar-se e ver quem era, provavelmente não era nada referente a ele. - Como se fosse fácil encontrar um fantasma... Digamos que eu tive um pouco sorte em ver um hoje. Poucas pessoas tem a habilidade de vê-los. - Comentou em um tom irônico, mesclado com certa seriedade, não era uma piada em sua totalidade. O homem apontou o dedo para Kojiro e, quase que no mesmo instante, tudo foi escurecendo. Ainda pôde ouvir os últimos dizeres antes de apagar por completo. "Até nosso próximo encontro garoto, acho que será mais breve do que pensa..." foi o que conseguiu ouvir e então perdeu sua consciência.

. . .

     Tudo o que via, eram repetições do diálogo que manteve com o sujeito mascarado. Não eram repetições exatas, eram partes soltas, que não se encaixavam. Aquilo era, de certa forma, angustiante. Acordou após algum tempo, cansado, por mais que estivesse dormindo até então. Tinha um nome em sua mente, não um nome de uma pessoa, mas sim de uma organização: Akatsuki. Não sabia como nem o porque, mas flashbacks sobre a história desse grupo apareciam involuntariamente em sua cabeça, como se estivesse presente lá, ou algo do tipo. Além de flashbacks sobre Konoha, lugar onde ele, definitivamente, nunca esteve. Era estranho e desconfortável de maneira ímpar. - Por que diabos eu dormi aqui? - Foi a única coisa em que pensou no momento. Levantou-se, sacudiu suas vestes afim de limpa-las e então rumou para dentro de Kiri outra vez. Não achava que aquilo fosse um sonho, mas não havia outra explicação, ao menos ainda não.


HP:1200/1200 CH: 2100/2100 ST: 800/800 V: 13m/s M: 5


     Havia ido direto para sua casa após deixar o gabinete do mizukage. Tomou um banho quente e demorado, arrumou sua bolsa ninja, colocando todos os utensílios necessários, como suas armas tradicionais. Pegou também uma outra mochila qualquer para mantimentos, não sabia quanto tempo duraria a viagem, acabou estocando uma boa quantia de alimentos ali dentro. Posicionou sua bolsa ninja no quadril, na parte de trás, onde era acostumado a usar, a mochila de mantimentos estava em suas costas. Finalmente chegou no portão. Não se importou com os olhares curiosos sobre ele, não fazia diferença alguma em sua vida eles cochichassem ou não sobre o rapaz. Começou então sua jornada rumo a Kumogakure no Sato, de acordo com a página de um velho livro sobre localizações, esperava que a vila não tivesse mudado de lugar. Mantinha passos tranquilos, não tinha pressa, havia tempo de sobra para chegar até seu destino.


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